Profissionais de Security, aqui está o seu “Santo Graal”.
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Checklist - Protection of Assets / POA
1. GOVERNANÇA E GESTÃO DA SEGURANÇA
- Definir
claramente a missão da área de Segurança.
- Identificar
quem são os “clientes” internos e externos da Segurança.
- Alinhar
os objetivos da Segurança aos objetivos estratégicos da organização.
- Definir
objetivos estratégicos e metas para a área.
- Definir
estrutura organizacional, responsabilidades e autoridade.
- Estabelecer
papéis de planejamento, organização, direção, coordenação e controle.
- Integrar
Segurança às demais áreas do negócio.
- Estabelecer
políticas corporativas de segurança.
- Transformar
políticas em procedimentos operacionais claros.
- Garantir
que procedimentos sejam divulgados às pessoas afetadas.
- Criar
processos de controle da execução das políticas.
- Estabelecer
métricas e indicadores.
- Avaliar
periodicamente se os objetivos de segurança estão sendo alcançados.
- Registrar
resultados, falhas, incidentes e aprendizados.
- Ajustar
programas com base nos resultados.
- Criar
cultura de qualidade dentro da Segurança.
- Padronizar
processos sempre que possível.
- Implantar
mecanismos de melhoria contínua.
- Rever
políticas e procedimentos diante de mudanças organizacionais ou de risco.
- Trabalhar com abordagem de planejamento → gestão → avaliação → melhoria.
2. GESTÃO DE RISCOS
- Identificar
os ativos que precisam ser protegidos.
- Identificar
ameaças relevantes.
- Identificar
vulnerabilidades.
- Avaliar
impacto potencial das perdas.
- Estimar
probabilidade/possibilidade dos cenários.
- Priorizar
os riscos.
- Documentar
os resultados do risk assessment.
- Definir
critérios de risco aceitável.
- Selecionar
tratamentos proporcionais ao risco.
- Evitar
controles excessivos para riscos pequenos.
- Concentrar
recursos nos riscos com maior possibilidade de dano.
- Avaliar
os controles já existentes.
- Identificar
gaps de proteção.
- Reavaliar
riscos quando o ambiente mudar.
- Atualizar
os planos após incidentes relevantes.
- Incorporar
riscos físicos, humanos, informacionais, operacionais e externos.
- Considerar
risco para pessoas, operações, reputação e continuidade.
- Relacionar investimentos de segurança à redução de exposição.
- Elaborar
orçamento formal da Segurança.
- Conhecer
os custos fixos e variáveis da operação.
- Registrar
custos de incidentes e perdas.
- Manter
base histórica de perdas.
- Estabelecer
método uniforme de reporte de perdas.
- Capturar
dados de incidentes de forma sistemática.
- Analisar
tendências das perdas.
- Demonstrar
financeiramente os benefícios dos controles.
- Aplicar
análise custo-benefício.
- Avaliar
retorno dos investimentos em proteção.
- Comparar
custo do controle com exposição ao risco.
- Buscar
o menor custo compatível com o resultado necessário.
- Rever
controles que custam mais do que o benefício produzido.
- Priorizar
controles procedimentais quando forem suficientes e mais econômicos.
- Criar
indicadores financeiros para Segurança.
- Apresentar
à administração o valor produzido pela área.
- Revisar o plano se custo e resultado não estiverem equilibrados.
- Definir
os objetivos do Physical Protection System — PPS.
- Vincular
os objetivos do PPS à estratégia da empresa.
- Fazer
asset identification.
- Fazer
threat assessment.
- Fazer
vulnerability assessment.
- Avaliar
consequências/perdas.
- Projetar
proteção considerando dissuasão, detecção, retardo e resposta.
- Integrar
pessoas, procedimentos e tecnologia.
- Definir
critérios mensuráveis de desempenho.
- Avaliar
perímetros.
- Avaliar
barreiras.
- Avaliar
entradas e saídas.
- Avaliar
controle de acesso de pessoas.
- Avaliar
controle de veículos.
- Avaliar
fechaduras, portas, cofres e áreas restritas.
- Avaliar
iluminação de segurança.
- Avaliar
sensores internos e externos.
- Avaliar
vídeo/CFTV.
- Avaliar
alarmes e comunicação de alarmes.
- Integrar
alarmes e capacidade de resposta.
- Verificar
se o tempo de detecção + avaliação + resposta é compatível com o tempo de
penetração do adversário.
- Testar
efetividade do sistema como um todo.
- Criar
planos compensatórios para falha de equipamentos.
- Manter
documentação técnica atualizada.
- Registrar
manutenção, falhas e falsos alarmes.
- Realizar
testes periódicos diurnos e noturnos.
- Testar
equipamentos contra as ameaças consideradas no projeto.
- Treinar
operadores.
- Realizar
manutenção preventiva.
- Fazer
calibração, alinhamento e verificação de sensibilidade.
- Registrar
treinamento e manutenção.
- Planejar
substituição tecnológica e ciclo de vida.
- Testar depois de modificações significativas.
- Avaliar
visibilidade e vigilância natural.
- Eliminar
pontos cegos.
- Avaliar
paisagismo que possa esconder pessoas.
- Definir
claramente espaços públicos e privados.
- Direcionar
naturalmente os fluxos de pessoas.
- Avaliar
acessos e circulação.
- Avaliar
estacionamentos.
- Avaliar
iluminação.
- Criar
linhas de visão adequadas.
- Usar
sinalização clara.
- Controlar
áreas de permanência e reunião.
- Manter
áreas externas em boas condições.
- Integrar
arquitetura, operações e tecnologia.
- Avaliar
se o ambiente facilita comportamento indevido.
- Incorporar segurança ainda na fase de projeto de instalações.
- Definir
exatamente por que vigilantes são necessários.
- Não
utilizar mão de obra de segurança como solução isolada.
- Dimensionar
efetivo conforme risco e função.
- Comparar
uso de pessoas com soluções tecnológicas.
- Reavaliar
periodicamente a necessidade do número de postos.
- Definir
requisitos de contratação.
- Realizar
seleção adequada.
- Definir
qualificações mínimas.
- Elaborar
as diretrizes gerais.
- Elaborar
atribuições específicas de cada posto.
- Definir
supervisão.
- Criar
escalas adequadas.
- Estabelecer
padrão de relatórios e livros de ocorrência.
- Analisar
os relatórios produzidos pela equipe.
- Criar
programa inicial de treinamento.
- Fazer
levantamento das necessidades de treinamento.
- Criar
currículo conforme função e risco.
- Testar
conhecimento e desempenho.
- Manter
treinamento contínuo.
- Treinar
observação e relato de incidentes.
- Treinar
comunicação.
- Treinar
controle de acesso.
- Treinar
proteção da informação.
- Treinar
resposta a emergências.
- Treinar safety.
- Treinar
procedimentos do posto.
- Treinar
workplace violence.
- Treinar
resolução de conflitos.
- Treinar
controle de multidão quando necessário.
- Treinar
primeiros socorros conforme função.
- Treinar
crisis management.
- Treinar
requisitos legais.
- Treinar
uso da força quando aplicável.
- Avaliar
desempenho após treinamento.
- Manter
evidências e registros de capacitação.
- Criar
caminhos de carreira e desenvolvimento.
- Auditar
execução das atribuiçções de cada posto.
- Analisar
desempenho de prestadores terceirizados.
- Formalizar
Scope of Work em contratos.
- Definir
SLAs/KPIs e responsabilidades contratuais.
- Fazer
avaliação técnica das propostas.
- Administrar continuamente o contrato.
- 7. INVESTIGAÇÕES
- Criar
política formal de investigações corporativas.
- Obter
aprovação da alta administração para os protocolos.
- Definir
quem pode iniciar uma investigação.
- Definir
quem conduz.
- Definir
quem deve ser informado.
- Definir
quando o Jurídico deve participar.
- Definir
quando RH deve participar.
- Definir
critérios de encaminhamento à polícia.
- Avaliar
credibilidade da denúncia e da fonte.
- Preservar
evidências.
- Identificar a necessidade preservar o local.
- Entrevistar
testemunhas prioritárias.
- Priorizar
informações perecíveis.
- Registrar
quem recusou entrevista.
- Registrar
condições ambientais relevantes.
- Registrar
todos os envolvidos na resposta inicial.
- Fazer
entrevistas complementares.
- Consultar
bancos de dados relevantes.
- Documentar
todas as notificações.
- Identificar
gaps de informação.
- Definir
como preencher cada gap.
- Corroborar
evidências.
- Manter
objetividade.
- Evitar
pré-julgamento.
- Formular
hipóteses e permitir que mudem diante dos fatos.
- Manter
confidencialidade.
- Produzir
relatório formal.
- Inserir
casos em base pesquisável.
- Registrar
necessidade de follow-up.
- Realizar
controle de qualidade do processo investigativo.
- Treinar
Segurança no protocolo.
- Coordenar
investigações de má conduta ou violação de regras com RH e Jurídico.
- Criar
programa de due diligence.
- Fazer
due diligence de parceiros.
- Fazer
due diligence de fornecedores.
- Fazer
due diligence de possíveis aquisições/joint ventures quando aplicável.
- Criar
processo de background screening.
- Definir
critérios legais para coleta e uso das informações.
- Documentar
entrevistas investigativas.
- Preservar
cadeia de custódia quando aplicável.
- Produzir recomendação de ação corretiva ao final.
- Inventariar
ativos de informação.
- Classificar
informação por criticidade.
- Identificar
quem realmente precisa acessar cada informação.
- Implementar
need-to-know.
- Definir
controles físicos e eletrônicos.
- Criar
política de Information Asset Protection.
- Criar
política de privacidade.
- Nomear
responsável pelo programa de privacidade.
- Avaliar
riscos à confidencialidade, integridade e disponibilidade.
- Fazer
due diligence de pessoas com acesso privilegiado.
- Sugerir e vetar
fornecedores e terceiros.
- Utilizar
NDAs contratuais quando apropriado.
- Rever
periodicamente screening e vetting.
- Controlar
visitantes.
- Identificar
visitantes por identificação.
- Restringir
fotografia em áreas sensíveis.
- Restringir
acesso a instalações produtivas.
- Proteger
protótipos e modelos como informação sensível.
- Destruir
protótipos obsoletos de forma segura.
- Proteger
materiais durante transporte.
- Criar
política de retenção de documentos.
- Eliminar
documentos obsoletos regularmente.
- Destruir
informações de forma que não possam ser reconstruídas.
- Registrar
quando e onde ocorreu a destruição.
- Armazenar
material aguardando destruição em recipiente seguro.
- Selecionar
cuidadosamente empresas de destruição.
- Restringir
acesso a processos produtivos.
- Separar
informações de diferentes níveis de classificação.
- Utilizar
barreiras visuais quando necessário.
- Criar
plano de resposta a perda/vazamento.
- Criar
processo de recuperação.
- Integrar
Segurança Física e Cybersecurity.
- Avaliar o impacto de controles tecnológicos sobre o risco corporativo.
- Fazer
análise das emergências relevantes para cada site.
- Elaborar Emergency Operations
Plan — EOP corporativo.
- Elaborar
planos locais específicos.
- Criar
Business Continuity Plan.
- Definir
processos e operações críticas.
- Definir
ações de mitigação.
- Definir
preparação/prontidão.
- Definir
resposta.
- Definir
recuperação.
- Definir
critérios de ativação dos planos.
- Formar Crisis Management Team
— CMT.
- Incluir
áreas relevantes no CMT.
- Definir
autoridade e responsabilidades.
- Definir
processo de decisão.
- Definir
alternativas de ação.
- Definir
comunicação de crise.
- Preparar
estratégia de mídia.
- Definir
comunicação com familiares/vítimas.
- Definir
interface com autoridades.
- Definir
interface com agências externas.
- Definir
recursos disponíveis.
- Definir
fornecedores emergenciais.
- Criar Emergency Operations
Center/Crisis Management Center.
- Controlar
acesso ao Operations Center/Crisis Management Center.
- Criar
EOC alternativo em outro local.
- Garantir
comunicações redundantes.
- Garantir
energia backup.
- Prever
recursos essenciais para operação prolongada.
- Criar
listas atualizadas de contatos.
- Treinar
integrantes do CMT.
- Realizar
exercícios.
- Testar
planos.
- Avaliar
exercícios.
- Registrar
lições aprendidas.
- Corrigir
planos.
- Repetir
exercícios periodicamente.
- Preparar
equipes para situações não previstas.
- Garantir
flexibilidade decisória.
- Coordenar
implantação dos contingency plans.
- Coordenar
recursos para as equipes de resposta.
- Coordenar
áreas internas e externas.
- Desenvolver
cursos alternativos de ação.
- Definir
media management.
- Definir
EOC primário e alternativo.
- Fazer
avaliação específica do risco de ameaça quando aplicável.
- Monitorar
tendências.
- Identificar
possíveis alvos.
- Conhecer
contexto político, social e operacional.
- Criar
equipe de avaliação de ameaças.
- Criar
procedimentos para recebimento de ameaças.
- Treinar
pessoas para reconhecer e reportar objetos suspeitos.
- Treinar
gestores para responder a relatos.
- Manter
áreas organizadas para facilitar identificação de objetos incomuns.
- Implementar
defense-in-depth.
- Estabelecer
distância de segurança sempre que possível.
- Integrar
controle de acesso, vídeo, rondas e sensores.
- Definir
critérios de evacuação total, parcial ou permanência.
- Coordenar
Security, Infra, Safety, RH, Meio Ambiente, Operações, Relações Públicas e Finanças.
- Atualizar
os planos à medida que o cenário muda.
- Fazer exercícios antes de precisar do procedimento de verdade.
- Realizar avaliação de risco de Proteção Executiva individualmente.
- Identificar
quem poderia desejar causar dano ao executivo.
- Avaliar
exposição pública.
- Avaliar
patrimônio e estilo de vida.
- Avaliar
adversários e fontes de informação sobre o executivo.
- Avaliar
padrões de deslocamento.
- Determinar
nível de proteção proporcional ao risco.
- Avaliar
escritório.
- Avaliar
residência.
- Realizar
reconhecimento e planejamento antecipado.
- Definir
recursos e apoio.
- Evitar
simplesmente distribuir recursos igualmente entre todas as ameaças;
priorizar as mais relevantes.
- Classificar
risco de países.
- Definir
regras para viagens conforme nível de risco.
- Preparar e conscientizar o viajante sobre os riscos de segurança antes da viagem.
- Avaliar
hotel e residência.
- Avaliar
meios de transporte.
- Avaliar
saúde/assistência médica no destino.
- Fazer a avaliação dos riscos de saúde relacionados à viagem.
- Dar treinamento adicional para destinos de alto risco.
- Estabelecer
contato de emergência.
- Avaliar
fornecedores locais de segurança.
- Vetar
motoristas e apoio doméstico quando aplicável.
- Avaliar supply-chain partners
no exterior.
- Analisar
legalidade de background checks e testes locais.
- Preparar
procedimentos para prisão/detenção.
- Preparar
resposta a Sequestro/Resgate/Extorsão.
- Avaliar
necessidade de Seguro contra Sequestro, Resgate e Extorsão.
- Proteger
informações levadas em viagens.
- Avaliar
riscos de espionagem e eavesdropping.
- Utilizar
medidas seguras de comunicação.
- Monitorar e ajustar o programa continuamente.
- Realizar
risk assessment específico para cada evento.
- Não
assumir que eventos recorrentes possuem sempre o mesmo risco.
- Levantar
público estimado.
- Avaliar
perfil da audiência.
- Avaliar
local.
- Avaliar
entradas/saídas.
- Garantir
acesso de emergência.
- Definir
proteção de VIPs.
- Definir o gerenciamento da multidão.
- Definir
controle de acesso.
- Definir
recursos humanos.
- Definir
recursos tecnológicos.
- Definir
emergência médica.
- Elaborar
plano preventivo e reativo.
- Treinar
pessoal especificamente para o evento.
- Considerar
contratar especialistas quando a capacidade interna não for suficiente.
- Avaliar
o evento novamente imediatamente antes da execução.
- Fazer debrief pós-evento.
- Criar
processo sistemático de reporte de perdas.
- Criar
canal para denúncias.
- Proteger
confidencialidade dos denunciantes.
- Analisar
padrões de perdas.
- Investigar
discrepâncias.
- Integrar
Segurança, Auditoria, Compliance, RH e Jurídico.
- Identificar
oportunidades para fraude/furto.
- Segregar
funções quando necessário.
- Criar
controles procedimentais.
- Monitorar
exceções.
- Manter
registros suficientes para investigação.
- Realizar
due diligence em parceiros e fornecedores.
- Identificar
causas de fraudes.
- Realizar
corrective actions.
- Avaliar eficácia dos controles após incidentes.
- Criar
programa formal de Conscientização de Segurança.
- Identificar
os públicos-alvo.
- Definir
comportamentos desejados.
- Comunicar
responsabilidades individuais.
- Ensinar
reconhecimento de ameaças.
- Ensinar
como reportar comportamentos/eventos suspeitos.
- Comunicar
consequências do descumprimento de políticas.
- Utilizar
vários canais de comunicação.
- Reforçar
treinamento periodicamente.
- Medir
eficácia do awareness.
- Ajustar
campanhas conforme incidentes e riscos.
- Envolver
líderes.
- Tratar Segurança como responsabilidade de todos.
- Criar
política de prevenção de violência no trabalho.
- Criar
processo de reporte.
- Estabelecer
equipe multidisciplinar.
- Definir
critérios para avaliar o risco de ameaça/violência.
- Treinar
gestores para reconhecer sinais e relatar preocupações.
- Avaliar
ameaças individualmente.
- Coordenar
Security, RH, Jurídico e Safety.
- Documentar
avaliações.
- Criar
planos de gerenciamento e intervenção.
- Definir
quando envolver autoridades.
- Fazer
acompanhamento após incidentes.
- Rever controles e políticas depois do evento.
- Adotar
código de ética.
- Comunicar
padrões éticos.
- Definir
conflitos de interesse.
- Treinar
pessoal de Segurança em limites legais.
- Identificar
leis e regulamentos aplicáveis.
- Manter
licenças e autorizações em ordem.
- Consultar
Jurídico regularmente.
- Rever
políticas sempre que legislação mudar.
- Verificar
legalidade de novas tecnologias.
- Verificar
privacidade e proteção de dados.
- Avaliar
responsabilidades civis.
- Avaliar
aspectos trabalhistas.
- Definir
regras de preservação de evidências.
- Treinar
pessoas que possam prestar depoimentos.
- Documentar
ações relevantes.
- Preparar
Segurança para auditorias e inspeções.
- Garantir
evidências de compliance.
- Identificar
quais competências não existem internamente.
- Determinar
quando contratar especialista externo.
- Definir
escopo formal.
- Realizar
due diligence do consultor.
- Verificar
experiência e qualificações.
- Avaliar
conflito de interesses.
- Verificar
seguros profissionais.
- Definir
entregáveis.
- Definir
prazos.
- Definir
confidencialidade.
- Avaliar
custos.
- Estabelecer
contrato.
- Acompanhar
execução.
- Exigir
transferência de conhecimento quando aplicável.
- Utilizar
consultores para validação independente quando necessário.
- Rever recomendações antes da implementação.
- Documentar
políticas.
- Documentar
procedimentos.
- Definir
responsáveis.
- Criar
registros/evidências.
- Criar
indicadores.
- Definir
metas.
- Monitorar
desempenho.
- Auditar
processos.
- Registrar
não conformidades.
- Analisar
causas.
- Criar
ações corretivas.
- Definir
responsáveis e prazo.
- Verificar
eficácia das ações.
- Fazer
management review.
- Atualizar
procedimentos.
- Retreinar
pessoas quando necessário.
- Testar
os sistemas novamente.
- Registrar
lessons learned.
- Incorporar
os aprendizados no próximo ciclo.
- Manter o ciclo Plan → Do → Check → Act como lógica de gestão.



















