A fraude começa no comportamento, não nos números!


Por que a Segurança Corporativa precisa conhecer o negócio, integrar áreas e agir antes que pequenas falhas se transformem em perdas recorrentes?

“Se você não quer um ladrão na sua empresa, não o contrate!”

O pensamento de Segurança Corporativa começa antes da contratação. Por isso, é tão importante a integração e alinhamento entre as áreas,e neste caso o próprio RH, atuando de forma integrada desde o processo seletivo. Não se trata da Segurança assumir o papel do RH, mas de contribuir com critérios de verificação proporcionais ao risco de cada função, respeitando a legislação e a privacidade. A lógica é simples: é muito mais eficiente identificar um risco antes que ele entre na organização do que investigá-lo depois que já teve acesso às pessoas, informações, processos e ativos da empresa.

A fraude moderna não é apenas financeira. Ela alcança processos, contratos, decisões estratégicas e toda a cadeia operacional. Quando aparece nos números, normalmente já percorreu um caminho anterior: começou no comportamento, encontrou uma falha de controle, testou os limites da organização e se instalou onde ninguém estava olhando. Por isso, prevenir, investigar e neutralizar fraudes não é uma atividade periférica da segurança. É parte da proteção da continuidade, da reputação, da governança e dos resultados do negócio.

A experiência só tem valor quando vira método

Minha trajetória começou no Exército, entre o ambiente operacional e a estrutura administrativa. Depois migrei para a segurança corporativa, com atuação em investigações, apuração de fraudes e análise de comportamento. Aprofundei técnicas de entrevista, inteligência humana e linguagem corporal, realizei centenas de entrevistas e participei de operações complexas em ferrovia, mineração, logística e infraestrutura, no Brasil e na África. Também trabalhei com transporte de valores e investigação de sinistros. A certificação CPP (Certified Protection Professional) consolidou essa experiência e reforçou uma convicção: formação contínua não substitui a prática, mas transforma prática acumulada em capacidade de decisão.

Essa vivência mostrou que combater fraude não significa apenas identificar o responsável. O trabalho começa antes da contratação e continua no desenho de processos, contratos, controles e responsabilidades. Quando a falha já ocorreu, a missão é interromper a perda, proteger o negócio, recuperar o que for possível e corrigir o processo para impedir a repetição. Ater-se apenas ao desejo de “pegar o bandido” reduz a segurança a uma reação. Precisamos ir além. A empresa precisa de uma resposta mais ampla e estratégica.

Pequenas fraudes fazem a empresa sangrar

É comum ouvir que determinada empresa não tem fraude. A pergunta correta é outra: ela não tem fraude ou é você que não sabe onde ela está acontecendo? Porque tenha certeza: alguém está aprontando. Em ambientes com milhares de pessoas, múltiplos contratos e operações distribuídas, as oportunidades se multiplicam. Nem sempre a maior perda vem de um grande esquema isolado. Desvios de combustível, materiais, benefícios ou pequenas quantias podem parecer irrelevantes quando analisados individualmente. Repetidos todos os dias e multiplicados por anos, unidades e empregados, eles formam um volume capaz de pagar o custo de toda a estrutura de segurança.

A fraude testa o processo. Uma pessoa identifica uma brecha, verifica se existe monitoramento e procura parceiros ou laranjas. A ausência de visão integrada facilita esse movimento. Por isso, a segurança deve orientar os gestores e conhecer as interdependências da organização. Compliance, integridade, Segurança Cibernética, Segurança do Trabalho, Auditoria, Jurídico, RH e Operação não podem atuar como ilhas. Proteger o negócio exige sinergia entre essas áreas. E a Segurança Empresarial tem que estar alinhada com todas elas, assim como com o objetivo do negócio. Isto gera valor.

Investigar é construir um mosaico

Uma investigação é como um mosaico. Pequenos dados, isoladamente, parecem não dizer nada. Quando reunidos, formam informação; a informação, analisada em contexto, produz conhecimento. Uma não conformidade não é automaticamente uma fraude, mas pode ser um indício. Seguir o processo, perguntar por que a falha ocorreu e cruzar registros, entrevistas, comportamentos e controles permite enxergar a figura completa. É assim que um detalhe aparentemente pequeno pode revelar um problema muito maior.

A tecnologia amplia essa capacidade, mas não substitui o repertório profissional. A inteligência artificial pode acelerar pesquisas, estruturar dados, apoiar treinamentos e dar escala à análise. Porém, só produz valor quando o analista possui conhecimento para formular perguntas, verificar respostas e reconhecer inconsistências. Quem domina o trabalho usa a ferramenta para voar; quem tenta se esconder atrás dela expõe ainda mais suas limitações. Lembre-se: A pergunta correta é ainda mais importante do que a resposta.

Da reação à prevenção, e da prevenção à predição

Grande parte da segurança ainda atua de forma reativa: ocorre a fraude, o furto ou o desvio e só então começa a análise. O caminho mais maduro é preventivo e, quando os dados permitem, preditivo. Isso não significa adivinhar o futuro, mas reconhecer padrões e antecipar vulnerabilidades. A análise de risco ajuda a verificar se o gestor controla o contrato, se existem cláusulas de confidencialidade e anticorrupção, se os níveis de serviço e as multas são adequados, se houve auditoria e se denúncias relevantes chegam à segurança.

A liderança é decisiva. A primeira linha de defesa é o dono do processo; depois vêm segurança e auditoria interna; em seguida, auditorias e avaliações independentes. Essa estrutura só funciona quando existe integração. A segurança precisa se aproximar do RH, Jurídico, Operação e da Alta Gestão. Precisa saber quando investigar, quando não expor o caso prematuramente e como conduzir entrevistas sem acusação, respeitando limites legais e preservando a empresa.

O resultado é uma decisão melhor

Nem toda investigação termina com uma prova definitiva ou uma demissão imediata. Às vezes, o trabalho revela quebra de confiança, risco elevado ou elementos insuficientes para uma conclusão categórica. O papel da segurança é apresentar o melhor cenário possível, sustentado por dados confiáveis. A decisão pertence ao gestor e à alta administração, que podem mitigar, transferir, evitar ou aceitar o risco. Quando a segurança melhora a qualidade dessa decisão, o trabalho produz resultado, mesmo que o desfecho não seja aquele imaginado pelo apurador.

Essa postura exige fazer o certo da maneira certa. Um atalho pode destruir uma apuração tecnicamente sólida e, pior, comprometer a credibilidade da área. A confiança é construída quando a segurança entrega informação verdadeira, admite os limites do que sabe e não desperdiça o tempo da liderança. Com credibilidade, ela deixa de ser vista apenas como custo e passa a influenciar operação, manutenção, projetos, RH, compliance e decisões executivas.

Segurança estratégica resolve problemas do negócio

Visão estratégica não depende de ocupar uma cadeira no conselho. Ela aparece quando o profissional conhece o negócio, elabora cenários e influencia decisões a partir da operação. Uma estrutura de segurança se torna defensável quando seus recursos estão conectados a processos reais da empresa. Se um posto, uma tecnologia ou uma investigação existe apenas para atender à própria segurança, será tratado como custo dispensável. Quando sustenta a operação, reduz perdas e evita problemas para a liderança, seu valor fica evidente.

A lógica vale também para projetos. Não é necessário começar com uma transformação gigantesca. Um projeto piloto bem escolhido, uma tecnologia testada em pequena escala e um patrocinador interno convencido pelo resultado podem abrir caminho para uma implantação maior. O importante é entender onde se quer chegar, dar o primeiro passo, medir, aprender e avançar. Segurança corporativa estratégica é isso: aprender, desenvolver e entregar — com método, integração e compromisso permanente com o negócio.

Acesse o conteúdo completo:

https://www.youtube.com/watch?v=4D6phb2ba24

Abraço


Centrinho - Curaçao

 Ah Curaçao, sua linda! Um praia melhor que a outra!

E o snórquel? Incríveis!

Só pra se localizar...

Vamos começar pelo passeio relaxante por Willemstad...

E a Mara Cogo brilhou várias vezes em fotos excelentes!



Este é o icônico Edifício Penha, em Punda, Willemstad

Big Mama, da artista Hortence Brouwn



Mara Cogo, maravilhosa! 💪😍



As fotos ficam lindas!

Moscou na Estátua do Dr. Frumencio da Costa Gomes
Estadista e Político das Antilhas Holandesas




Ao fundo, Ponte Rainha Juliana
Impressionante e feita de aço! Com 56m de altura!
Conecta dos distritos e permite a passagem de grandes navios!

Ponte Rainha Emma
É uma charmosa ponte flutuante giratória, curiosa!

E esta foto de cartão postal?!

Pra lembrar a Bandeira desta ilha/país


Que desenho horrível! 💪😆



A Fanta se chama Fria! 💪😮
E tem em vários sabores, como Limão e Banana!


O Natal lá é interessante

Muita beleza nesta loja 💪😉

Tá aí o estabelecimento, caso tenham interesse



E a minha gotosa!

Abraço

Chichén Itzá - México

E lá fomos nós pra realização de mais um sonho: México!

Ok que eu queria visto o Dia de Los muertos (02 de novembro), mas "o ótimo é inimigo do bom", então decidimos que este era o momento (fev25).

E para abertura dos trabalhos, escolhi Chichén Itzá, eleita uma das Novas Sete Maravilhas do Mundo, graças à sua importância arqueológica, cultural e espiritual.

Moscou, Arthur e Mara Cogo
O Matheus não nos acompanhou nesta 💪😞

A pirâmide tem 365 degraus (91 em cada lado, mais o topo)...
representando os dias do ano solar.

Muitos pontos contam com informações.
Como não gostamos de escursões ou guias, são uma mão na roda!

Templo Inferior de Los Jaguares

É um pequeno templo localizado na plataforma leste do Grande Jogo de Pelota

O Grande Jogo de Pelota
É o maior e mais bem preservado campo da Mesoamérica, na cidade maia.
O time vencedor ou o capitão do time vencedor, por honra, era sacrificado! 

 O jogo, mais do que um esporte, era um ritual com profundas implicações religiosas, simbolizando a luta entre forças cósmicas, como luz e trevas, e com possíveis ligações a sacrifícios humanos. 

Os maias eram conhecidos pela sua engenharia, astronomia, escrita, suas esculturas e arquitetura...como os entalhes visíveis, demonstram o seu profundo conhecimento e cultura. 

Arthur, com uma faca feita de obsidiana negra...
parecida com vidro

A construção tem alinhamentos astronômicos precisos.
Os maias eram grandes conhecedores de astronomia e matemática.


Equinócio
Duas vezes por ano (21 de março e 21 de setembro), ocorre um fenômeno impressionante...
A sombra na pirâmide de Kukulkán (Serpente Emplumada) forma o corpo de uma serpente..
que parece deslizar pelas escadas, juntando-se com a cabeça esculpida na base!


Se você bater palmas em frente à escadaria da pirâmide...
o eco soa como o canto de um quetzal, ave sagrada para os maias.

Além da famosa pirâmide, o sítio arqueológico inclui outros Templos


A vedete do passeio fica ao centro!
Chichén Itzá é datada de aproximadamente 600 d.C. a 1200 d.C.
Para se ter uma idéia, o Alcorão foi escrito entre 610 e 632 d.C! 


Templo Dos Guerreiros

Estrutura de 12 metros de altura e 40 metros de largura
O templo tem relevos de guerreiros, águias e onças devorando corações humanos...
e representações do deus Tlalchitonatiuh.

Templo das Mil Colunas

Era originalmente coberto por um teto sustentado por cerca de mil colunas...
muitas delas decoradas com relevos de sacerdotes, deuses e guerreiros toltecas.


Parada para a feirinha, claro!



Cenote Sagrado
Estima-se que existam mais de 6.000 cenotes no México...
mas vamos começar por este!

Aqui eram realizados rituais religiosos.
Foram encontrados restos humanos, jóias e objetos cerimoniais...
indicando sacrifícios ao deus da chuva, Chaac.

Chichén Itzá está localizada no município de Tinum, no estado de Yucatán, México.
É um sítio arqueológico que foi um importante centro da civilização maia...
conhecido por suas ruínas e pela famosa pirâmide de Kukulkan
.

Abraço!