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Checklist de Segurança — Protection of Assets (POA)

Uma visão abrangente da Gestão de Segurança, organizada a partir do Protection of Assets (POA), com foco em governança, riscos, proteção, investigações, continuidade e geração de valor para o negócio.

Acessar o checklist →

República Dominicana

E lá fomos nós!
A República Dominicana é uma ilha na região do Caribe.
A parte ocidental da ilha é ocupada pelo Haiti.

E para estas férias, escolhemos a agradável região da Cabeza de Toro

E o excelente Sunscape Coco Punta Cana!
Um resort 4 estrelas all inclusive 😍

Sempre viajamos em "carreira solo", assim, o tal do all inclusive foi algo novo pra família!


E gostamos demais! Várias opções de restaurantes...
... tanto de dia quanto para a noite!


Lanches, almoço, bebidas, por todo lado... coisa de louco! 😁

Confesso que é um clubão de alto padrão...
... mas com atividades e conforto o tempo todo!



E o passeio na praia era obrigatório

Até tiramos uns dois dias só pra praia, que também tinha todo o conforto,
Mas mesmo gostando de praia, o Resort realmente nos cativou!

Show toda noite!


Neste teve até apresentação de pintura ao vivo!


Se a Dona Maria não amar tudo isto...
... não sei o que mais poderá deixar ela feliz!

Gostamos de conhecer um pouco dos países que visitamos, mas neste caso,
... não saímos do Resort. O carro alugado foi totalmente desperdiçado! 😂

E vou confessar, senti falta de não ter visitado a Capital Santo Domingo...
... mas não nos arrependemos de ter optado por este "confinamento"...
Foi excelente! 👊

Visita obrigatória na Lojinha do Resort 😉

Provavelmente não voltaremos, já que nossa regra é não retornar a países visitados, mas...

Curiosidade:

Um dos motivos de termos escolhidos a República Dominicana como destino de férias foi um vídeo engraçadíssimo que vimos uma vez na internet... vejam aí se concordam 👇


Abraço

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Você sabe evitar que o conflito vire um incidente?

"Paz não é ausência de conflito, mas a capacidade de lidar com o conflito por meios pacíficos

Ronald Reagan

Gestores, líderes e profissionais de Segurança precisam saber agir antes que uma discussão se transforme em ameaça ou violência.

E se você acha que isso é assunto apenas da Segurança, vale lembrar que a prevenção e a gestão de conflitos também envolvem gestores e colaboradores (CISA). A própria OSHA recomenda o treinamento dos gestores e trabalhadores no reconhecimento de ameaças, resolução de conflitos e respostas não violentas.

Para facilitar, consolidei um checklist, para que você, ou seus colaboradores, consigam bater os olhos e usar durante uma situação real.

Quando uma conversa começa a virar um conflito?

  • Um cliente aumenta o tom de voz
  • Um colaborador reage de forma agressiva a uma orientação
  • Duas pessoas começam a discutir
  • Uma regra ou decisão é recebida com hostilidade
  • Alguém faz ameaças ou intimida outra pessoa

Lembre-se, você não precisa vencer a discussão. Precisa evitar que ela vire uma crise.

Então vamos lá!

RECONHEÇA → AVALIE → DESACELERE → REPORTE

RECONHEÇA

Perceba mudança de comportamento, hostilidade e sinais de escalada

AVALIE

Há ameaça? Arma? Risco de violência? Precisa de apoio?

DESACELERE
  • A forma como você reage pode determinar o rumo da discussão!
  • Controle primeiro a si mesmo
  • Mantenha distância e postura não ameaçadora
  • Ouça sem interromper
  • Fale baixo e devagar
  • Seja firme, não agressivo
  • Demonstre empatia: “Entendi sua preocupação”

DIGA: “Percebo que você está chateado. Quero entender o que aconteceu.”

NÃO DIGA: “Calma!”

  • Dê opções e estabeleça limites: Respeito é condição para continuar
  • Se possível, retire a “plateia”
  • Mostre caminhos possíveis
  • Há ameaça? Afaste-se e peça apoio

REPORTE

Registre o ocorrido e comunique situações de risco

EVITE:

❌ Discutir quem tem razão
❌ Gritar ou ironizar
❌ Apontar o dedo
❌ Invadir o espaço pessoal
❌ Fazer ameaças ou ultimatos desnecessários

Sugiro “em vez de dizer → diga”:

  • Acalme-se Percebo que você está chateado...”
  • Não posso ajudá-lo” → ✓ “Quero ajudar. O que posso fazer?
  • Eu sei como você se sente Entendo que você se sente...”
  • “Venha comigo Posso conversar com você?

E mais...

Das orientações CISA, podemos acrescentar linguagem corporal e ambiente. O guia é muito prático: manter postura relaxada mas alerta, ficar ligeiramente de lado em vez de diretamente de frente, mãos abertas e visíveis, movimentos lentos, respeitar o espaço pessoal e, quando possível, retirar curiosos do local. Também recomenda controlar quatro elementos da fala: tom, volume, velocidade e inflexão.

Da OSHA, teríamos três ideias. Primeiro, reconhecer sinais de alerta antes da violência: o treinamento deve incluir reconhecimento de sinais, avaliação de ameaça, ciclo de escalada e técnicas verbais de desescalada. Segundo, gestores também precisam ser treinados para reconhecer situações de alto risco, reduzir riscos, incentivar a comunicação de incidentes e cuidar adequadamente do pós-evento. Terceiro, não bastam DDS ou palestras: a OSHA destaca simulações e exercícios, porque praticar antes aumenta a capacidade de responder quando a situação acontece.

E olha, algumas atitudes que parecem ajudar podem, na verdade, até aumentar a tensão. Esteja preparado 😉

Seu objetivo não é vencer a discussão, mas evitar que o conflito se agrave.

Indico o excelente filme The Negotiator (1998), Prime Video/Netflix.

E olha que vídeo bacana da Polícia de Bangkok!

Fontes:


Protection of Assets (POA), da ASIS International. No volume Crisis Management. A própria ASIS disponibiliza um Workplace Violence Preparedness Checklist. O POA aborda prevenção, intervenção e resposta à violência no ambiente de trabalho, incluindo identificação de comportamentos preocupantes antes que evoluam para violência. A ASIS também possui o padrão Workplace Violence and Active Assailant — Prevention, Intervention, and Response (WVPI), que complementa o POA.


Abraço


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Retrabalho: Como Integrar informações e evidências

 


Você já teve a sensação de que sua equipe apurou um caso e, no fim, descobriu que outras áreas já possuíam parte das mesmas informações? E que, se essas informações estivessem disponíveis desde o início, poderiam ter agilizado o processo, economizado tempo precioso ou até contribuído para a qualidade do resultado?

E aí vem a pergunta matadora: como integrar informações entre as áreas sem comprometer a independência das funções, a qualidade ou a estratégia das apurações? Onde sua área ou a Segurança Empresarial se encaixa em tudo isto?

Parece uma questão operacional, mas não é. E você, como Gestor, pode ser o catalisador dessa integração. Quando falamos sobre quem obtém a informação, quem pode utilizá-la, como as áreas se relacionam e até onde vai a responsabilidade de cada uma delas, entramos no campo da Governança.

Ah, a Governança! Para os níveis gerenciais e a alta liderança, essa palavra não é novidade. Mas, para posições intermediárias, staff ou bases operacionais, não se engane: ainda é um bicho de sete cabeças.

E veja que interessante: as áreas da Empresa utilizam, cada uma em sua esfera, parte dos riscos identificados pela organização e os transforma em ações concretas, como proteção de pessoas e ativos, controle de acesso, prevenção de perdas, inteligência, apurações, proteção de instalações, segurança das operações, resposta a incidentes, entre outras. Então, basicamente, a Segurança Empresarial deve estar estruturada sob os princípios da Governança e alinhada aos objetivos do negócio. O desafio é fazer essa conexão chegar à equipe, para que as pessoas entendam não apenas o que estão protegendo, mas, o mais importante, o porquê daquilo para o negócio. Estabeleça essa conexão com sua equipe e... voilà!

O problema talvez não seja falta de controle

Na Segurança Empresarial, costumamos ver que a equipe apurou e depois, RH, Jurídico, TI, Compliance, Auditoria ou outra área solicitaram novamente as informações. Ou o contrário: a equipe realizou o levantamento para, então, descobrir que boa parte das evidências já estava disponível em outra área. E mais, a dor de cabeça com a duplicidade de informação gerada. O problema, muitas vezes, não é falta de controle. É falta de integração entre as áreas.

Será que TI não tem aquele log que precisamos? Antes de iniciar determinado levantamento, verificamos o CFTV, os registros de acesso, as informações do RH ou os documentos do Compliance? Não é trabalhar mais, é trabalhar melhor e integrar com qualidade.

Perguntas simples podem reduzir o retrabalho e integrar o processo:

“Quem já verificou isso?”

“Essa evidência existe em outra área?”

“Posso utilizar essa informação com segurança e confiabilidade?”

“Compartilhar essa informação compromete alguma apuração em andamento?”

E, novamente, vale ressaltar: o Gestor de Segurança deve sempre avaliar se até mesmo a solicitação de documentos, evidências ou simples perguntas podem afetar a apuração ou criar viés nas demais áreas.

No Checklist POA, por exemplo, diferentes áreas podem contribuir com informações, mas cada uma continua decidindo aquilo que pertence à sua alçada. Penso que este artigo, ironicamente, integra a gestão estratégica proposta no POA.

Tudo isso parece óbvio

Aproveitar avaliações e evidências confiáveis que já existem. Pois é. Mas alguém precisa provocar essa integração, ou pelo menos começar. É aí que o Gestor de Segurança pode ampliar sua contribuição. Ele deixa de ser apenas um gerador de relatórios ou executor de controles e passa também a atuar como integrador de informações confiáveis para o negócio.

E o que isso significa para o comando da empresa?

Decisões mais rápidas, menos retrabalho, melhor utilização dos recursos e uma visão mais consistente dos riscos. Em outras palavras, melhor Governança.

Segurança estratégica não é aquela que simplesmente cria mais controles. É aquela que também consegue conectar, de maneira inteligente, as informações que já existem. Por isso, defendo que o Gestor de Segurança, além do conhecimento técnico profissional, deve se valer de cultura geral ampla e irrestrita. E saber conectar tudo isso à Segurança, às demais áreas, alta Gestão e aos objetivos do negócio.

E talvez seja justamente aí que a Segurança Empresarial dê um dos passos mais importantes em direção a uma atuação verdadeiramente estratégica: deixar de enxergar apenas seus próprios controles e começar a compreender como suas informações, seus riscos e suas decisões se conectam com o restante da organização.

Ter independência não significa isolamento. Integrar evidências não significa integrar investigações. Uma Segurança Empresarial madura não precisa escolher entre integração e independência. Precisa aprender a administrar as duas.

Integração sem critério pode gerar risco. Integração com responsabilidade gera valor.

Porque proteger o patrimônio continua sendo fundamental, mas entender como essa proteção contribui para o negócio é o que transforma Segurança Patrimonial em Segurança Empresarial.

Para mais temas interessantes, acesse 5 minutos de Segurança 😉

Fonte: Checklist de Gestão de Segurança – Proteção de Ativos (POA)

Fonte e licença: Este artigo utiliza como referência a publicação... 

O Novo Modelo das Três Linhas (IIA 2026): o que mudou, como aplicar e sua integração com a ISO 31000

... da t-Risk – Plataforma de Gestão de Riscos, disponibilizada sob a licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional (CC BY-NC 4.0). Os conceitos utilizados foram interpretados e contextualizados pelo autor para aplicação à Segurança Empresarial. O conteúdo deste artigo não representa reprodução integral da obra original.

Abraço


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