Cuidado com o que você fala, para quem e onde!

 
Três pessoas podem guardar um segredo, se duas delas estiverem mortas
Benjamin Franklin

Você entra no elevador e duas pessoas estão conversando sobre um problema da empresa. Não dizem muita coisa. Um nome, um fornecedor, uma apuração em andamento, e em seguida a frase: “A diretoria ainda não sabe”. 

Talvez você nem trabalhe naquela empresa. Talvez não conheça aquelas pessoas. Mas, em menos de um minuto, recebeu informações que provavelmente não deveria ter recebido, e...

Não houve invasão de sistema.
Nenhuma senha foi descoberta.
Nenhum e-mail foi interceptado.
Nenhum hacker foi necessário.

Até o volume da conversa importa. Às vezes nos empolgamos, o tom de voz aumenta e aquilo que deveria ficar entre duas pessoas acaba chegando à mesa ao lado, ao corredor inteiro ou até mesmo para quem está esperando aquele elevador. 

O vazamento nem sempre acontece pela internet 💪😶

No happy hour
A reunião em um restaurante
Um relatório esquecido sobre a mesa
O nome mencionado onde não deveria
Uma apuração compartilhada com quem “é de confiança”
Aquela fotografia do escritório publicada nas redes sociais
A pergunta aparentemente inocente feita pela pessoa certa, no momento certo

Às vezes, a informação simplesmente é exposta. Em outras, alguém procura por ela, observando, perguntando, criando confiança ou induzindo uma pessoa a revelar algo que normalmente não revelaria. É aí que entra a...

Engenharia Social

Quando pensamos nesse termo, é comum associá-lo imediatamente a phishing, e-mails falsos ou golpes pela internet. Mas a Engenharia Social é muito mais antiga que o mundo digital. Ela explora principalmente pessoas, comportamentos, relações de confiança e pequenas informações que, isoladamente, parecem sem importância. 

Um nome. Um cargo. Uma rotina. Um fornecedor. Uma viagem. Uma reunião. Um problema interno. Para quem sabe conectar os pontos, um pequeno fragmento de informação pode ser o início de algo muito maior. Por isso, Segurança da Informação não começa apenas no computador.  

E vale lembrar que nem toda exposição de informação é Engenharia Social. Mas toda informação exposta pode se tornar matéria-prima para ela. 

Começa no comportamento e sim, o ambiente importa

Não é apenas a informação confidencial que merece cuidado. Uma conversa aparentemente banal pode revelar ou confirmar algo que alguém já sabia. Assim, antes de falar sobre assuntos da empresa em ambientes públicos, se pergunte: 

“O que alguém poderia fazer com essa informação?”

Quem está ao seu lado não precisa entender toda a conversa. Às vezes, uma única informação é o que faltava para completar o quadro.

Informação corporativa nas redes sociais

Uma fotografia aparentemente inocente pode revelar o crachá, tela do laptop, quadro de reuniões, planta, localização, fornecedor, rotina do executivo, sistema utilizado ou detalhes de uma instalação. Quantas vezes percebemos, em fotos utilizadas nas próprias apresentações da empresa, que um empregado está sem o EPI necessário para aquele local ou situação? A fotografia foi feita para mostrar uma coisa e acabou revelando outra.

E mais... com o aumento da qualidade das imagens, até detalhes que normalmente passariam despercebidos podem se tornar informação: reflexos em superfícies, documentos ao fundo, códigos, identificações e, em determinadas condições, detalhes biométricos e outras características que, dependendo da resolução, distância e condições da imagem, podem comprometer a sua segurança e da Empresa.

Na Segurança, existe um princípio simples, mas fundamental para a proteção da informação:

Need-to-know (Necessidade de conhecer)

E não tem a ver com “a pessoa ser confiável ou não”, mas com uma pergunta muito mais simples: 

Essa pessoa precisa dessa informação?

Apuradores praticam isto o tempo todo, ou deveriam. Dentro da própria equipe de Segurança, nem todos possuem as informações de uma apuração. E esta compartimentação é necessária.

Apurações exigem compartimentação

Em uma apuração, compartilhar informação indiscriminadamente pode alertar o investigado, contaminar depoimentos, influenciar testemunhas, permitir destruição de evidências e prejudicar a reputação de pessoas que talvez nem tenham cometido irregularidade (Leia mais no post Retrabalho: Como Integrar informações e evidências).

Não precisamos estar diante de um grande caso, de informações estratégicas ou de documentos classificados para aplicar o need-to-know. Ele aparece em situações muito mais simples: no lugar onde conversamos, naquilo que deixamos visível, no que publicamos, no que compartilhamos e até na quantidade de informação que decidimos revelar. Pequenos cuidados podem impedir que informações aparentemente desconectadas sejam reunidas e transformadas em algo muito mais valioso.

Confidencial não significa secreto

Nem toda informação precisa ser secreta. O comportamento muda conforme a classificação. Um modelo seria:

Pública: Site, vagas, comunicados e relatórios públicos.

Interna: Procedimentos, comunicados internos, agendas e ramais.

Confidencial: Contratos, dados de empregados, relatórios de apuração e informações financeiras.

Restrita: Informações críticas de apurações, credenciais de acesso, planos de proteção e vulnerabilidades de Segurança.

Lembre-se: Mesmo uma informação pública ou aparentemente inocente pode ganhar valor quando combinada com outras.

Segurança da informação também é postura

Antes de falar, enviar ou mostrar uma informação, pense:

Essa pessoa precisa saber? 
Por que precisa saber?
Este é o lugar apropriado para esta conversa?
Este é o canal adequado?
Preciso dizer tudo?
O que aconteceria se essa informação chegasse à pessoa errada?

Por exemplo, um gerente pode ter posição hierárquica elevada e ser absolutamente confiável. Isso não significa que precise conhecer quem está sendo investigado, quais evidências já foram encontradas ou quem será entrevistado amanhã

Hierarquia não substitui necessidade de conhecer

No final, proteger informação não depende apenas de tecnologia, classificação ou sistemas de acesso. Depende também de comportamento. Antes de falar, compartilhar, publicar ou mostrar alguma coisa, talvez baste lembrar de três perguntas:

O quê? Para quem? Onde?

Como naquela conversa no elevador, onde nós mesmos acabamos entregando a informação de mão beijada. A informação simplesmente chegou a quem não precisava conhecê-la. 

Proteger informação não é apenas impedir que alguém a roube. É saber quando, onde, como e com quem ela pode ser compartilhada

Fontes:



Abraço


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Hiperconectividade: Segurança Conectada ao Negócio

“A melhor maneira de prever o futuro é criá-lo”

Peter Drucker

Antes, câmeras gravavam, alarmes disparavam, o crachá abria a porta e os cadeados apenas trancavam. Veremos aqui que tudo isto evoluiu, e muito!

Agora, sistemas começam a identificar padrões, cruzar eventos e apoiar decisões. O diferencial deixa de ser quantidade de equipamento e passa a ser inteligência aplicada. Isso já aparece em setores como varejo e mineração. Sensores, IA e softwares corporativos trabalhando juntos. Quanto mais conectamos, maior a superfície de ataque.

Proteger patrimônio, controlar acessos, prevenir perdas e garantir a segurança das instalações continuam sendo funções fundamentais. O que mudou foi o ambiente ao redor delas. É aí que entramos na Segurança Empresarial. Até agora, cada recurso cumpria sua função, muitas vezes de forma isolada. Até começarem a conversar entre si. 

E aí vamos além da Internet das Coisas!

A transformação digital não chegou apenas aos escritórios, processos administrativos ou linhas de produção. Ela também mudou profundamente a Segurança Patrimonial e Empresarial.

Cadeados Bluetooth determinam quem pode abrir, quando e por quanto tempo. Câmeras analisam imagens. Sensores identificam alterações no ambiente e acionam câmeras automaticamente. Credenciais no celular. Drones fazem rondas e podem verificar uma ocorrência a quilômetros do Centro de Controle. E todas essas informações podem chegar praticamente em tempo real a um mesmo lugar, automaticamente. E tudo se conversando!

A câmera deixa de ser apenas da Segurança, o crachá deixa de ser apenas do Controle de Acesso e o sensor deixa de pertencer apenas à Operação. A informação passa a servir ao negócio.

Talvez uma das mudanças mais visíveis esteja no CFTV. Durante décadas acumulamos câmeras e mais câmeras. O resultado? Salas de controle com operadores diante de dezenas de telas tentando identificar, entre milhares de imagens, aquilo que realmente importa. Mas as Análises de Vídeo e a Inteligência Artificial inverteram essa lógica.

Talvez a maneira mais simples de entender a hiperconectividade seja acompanhar um empregado durante um dia normal de trabalho.

Já na entrada do estacionamento, a placa do veículo do empregado é identificada. Seu crachá ou credencial móvel libera o acesso, já que ele está ativo no sistema de RH e autorizado para aquela unidade, naquela escala e naquele horário. Ao descer do veículo, sistemas de reconhecimento facial podem confirmar sua identidade e cruzá-la com outras informações corporativas. Um ASO ou treinamento vencido, uma restrição de acesso ou outra pendência previamente cadastrada pode gerar um alerta. O Centro de Controle é informado e passa a monitorar a situação.

O empregado embarca no ônibus da empresa, que também teve sua placa e acesso validados, assim como suas licenças e validações da área de Safety. A documentação do motorista também foi verificada automaticamente. Neste momento, o sistema de câmeras verifica se o empregado tem acesso permitido à empresa; caso contrário, nem mesmo o embarque será autorizado. Em um visor no painel, o motorista é informado se está tudo ok. O sistema de câmeras internas poderia até identificar a poltrona que o empregado ocupa e, integrado ao histórico de treinamento, direcionar procedimentos ou orientações específicas de segurança da Empresa, na tela à frente do assento. Ah, seu ponto foi registrado e sua jornada de trabalho se inicia formalmente.

O Sistema de Telemetria instalado no ônibus acompanha velocidade, localização, frenagens e condução, e as câmeras detectam sinais de distração ou fadiga do motorista, assim como determinadas anomalias ou ocorrências durante o deslocamento. Saída, chegada e percursos são monitorados e acompanhados de perto pelo Centro de Controle.

No restaurante, seu acesso ao café da manhã e às demais refeições é registrado no sistema, tudo por reconhecimento facial. Os dados são enviados à Infraestrutura, para controle de quantidades e programação mais detalhada das refeições.

O empregado, antes de iniciar sua escala, participa do Treinamento mais direcionado, em uma Sala com os demais. Seu acesso e tempo de participação são registrados e os dados enviados ao RH, apoiando o controle e a evidência de participação no treinamento.

Chegando na área operacional, uma câmera identifica se ele possui autorização de acesso àquela área e se está utilizando EPI. E mais, se até mesmo ele não deve usar determinado EPI! Sim, porque em determinados locais, não se pode utilizar capacete, sob o risco de queda do equipamento dentro da linha de produção.

A câmera monitora a movimentação e desvios laterais milimétricos da esteira, acúmulo de material ou até objetos estranhos à produção. Desta forma, o empregado passa a direcionar seus esforços para as demais atividades de interesse do negócio.

Um caminhão chega para acessar a área. A placa é registrada, o acesso autorizado, o veículo passa pela balança e segue para carregamento. Horários, peso, imagens e movimentação são registrados e enviados às áreas de controle de produção. Aqui surgem também o apoio aos pontos de auditoria e apurações de fraude.

Em outro local, simultaneamente, uma câmera identifica fumaça ou elevação da temperatura em uma área onde normalmente ela não deveria existir. No Data Center, por exemplo. O Centro de Controle, TI e áreas de apoio são acionadas.

A Equipe de resposta, tanto de Vigilância, Emergência ou até da Operação, equipadas com câmeras corporais, deslocam-se até o local. Dependendo da tecnologia, o Centro de Controle pode acompanhar as imagens ao vivo. O equipamento possui botão de pânico e determina a geolocalização da equipe em tempo real.

No final do dia, o empregado segue para seu alojamento. O sistema identifica se ele possui acesso àquele bloco e a outras áreas de convivência. Uma tentativa de acesso incompatível com seu perfil pode gerar uma exceção para verificação. E você pode tratar isto imediatamente (Acionando a Ronda) ou de maneira administrativa (Posteriormente com os Gestores), através do relatório detalhado gerado pelo sistema.

Este foi um exemplo simples de rotina. Imaginem estas ferramentas à disposição da sua Equipe ou da Operação? E ainda, como a criatividade da sua Equipe, dos demais empregados, poderá potencializar estas oportunidades e encontrar novas aplicações (PDCA)?

E talvez o mais interessante seja que boa parte dessa infraestrutura já existia. A câmera já estava instalada. O empregado já utilizava um crachá. O RH já possuía sua informação funcional. A empresa já tinha sensores, alarmes e sistemas operacionais. O salto não aconteceu necessariamente porque compramos mais equipamentos. Aconteceu quando começamos a conectar informações que antes trabalhavam isoladamente.

E isso não significa necessariamente construir imediatamente um gigantesco Centro de Operações cheio de Inteligência Artificial. Pode começar de maneira muito mais simples. Interações podem ser feitas já nos níveis mais básicos, como, por exemplo, desativar automaticamente as credenciais (crachá, sistemas, e-mail, etc.) por conta do desligamento do empregado.

De acordo com o risco e a necessidade operacional, sistemas também podem permitir o acompanhamento da localização de empregados em determinadas atividades ou de executivos durante deslocamentos e viagens.

Hiperconectividade não significa necessariamente ter mais tecnologia, mas talvez fazer a tecnologia que já temos trabalhar em conjunto.

E não se intimide pelo desafio ou limitações de budget. É bem mais em conta do que você imagina. Ano passado visitei a ISC/2025 e surpreendeu tanto as tecnologias simples e inovadoras quanto os investimentos e retornos relacionados.

E a Gestão de Crise?

Em uma emergência, você sabe quantas pessoas ainda estão dentro da Empresa e onde elas foram vistas pela última vez? Consegue determinar quantas centenas de pessoas estão em uma Indústria ou Mina, ou em uma área específica, para serem evacuadas? Em apenas alguns segundos? 

Pois é, um controle de acesso hiperconectado pode fornecer, em poucos segundos, uma estimativa muito mais precisa de quem está na Empresa e, quando existem controles por zonas, em quais áreas essas pessoas foram registradas. Sensores e sistemas de ocupação ajudam a indicar quais áreas estavam sendo utilizadas. Câmeras permitem verificar determinadas rotas e identificar possíveis bloqueios. Drones podem fornecer visão aérea da ocorrência e ajudar a avaliar acessos ou regiões onde o envio imediato de pessoas não seja recomendável. O Centro de Controle passa a reunir essas informações para apoiar quem está coordenando a resposta. E mais, otimizar esforços!

E os drones?

Deixaram de ser simplesmente uma câmera pilotada remotamente. Em determinadas aplicações, pode cumprir missões programadas ou acionadas automaticamente, sair de sua estação, executar uma rota, coletar imagens e dados e retornar à base.

- Pode fazer uma ronda de perímetro e verificar um alarme antes de enviarmos um Vigilante;
- Usar câmeras convencionais e térmicas para procurar pessoas, animais, fumaça ou anomalias de temperatura;
- Chegar primeiro onde talvez ainda não seja seguro enviar alguém, como áreas alagadas, taludes, estruturas danificadas e locais com possíveis vazamentos;
- Na operação, pode percorrer longas distâncias e verificar a situação de correias transportadoras, ferrovias, pipelines e linhas de transmissão;
- Apoiar inspeções em altura, na verificação das condições de segurança e utilização dos EPIs;
- Calcular volumes de estoques;
- Acompanhar a evolução de obras e CAPEX;
- Em emergências, verificar estradas e pontes, identificar acessos bloqueados e oferecer ao Centro de Controle uma visão aérea da evacuação.

O drone deixa de ser apenas os olhos do piloto e passa a ser um sensor móvel conectado ao negócio. Naturalmente, cada aplicação deve observar os requisitos operacionais e regulatórios aplicáveis ao uso de drones.

E vale lembrar que Biometria, reconhecimento facial, rastreamento e cruzamento de informações exigem forte governança, finalidade, proporcionalidade, segurança da informação e atenção à privacidade/LGPD.

Tecnologias não eliminam pessoas. Elas mudam o que esperamos delas. Menos observação passiva, mais análise, decisão e resposta. Não é trabalhar mais; é trabalhar melhor!

Em resumo, a hiperconectividade foi só o primeiro passo. O verdadeiro diferencial está em transformar dados em decisões que realmente reduzam riscos e apoiem a Alta Direção e alavanquem o negócio.

Referências:

Checklist - Protection of Assets / POA

NIST

ANPD/LGPD

ANAC (RBAC-E 94)

Abraço


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Filmes e séries sobre Gestão de Crises!



🚨 Crises| 🎯 Liderança| 📢 Comunicação | 🔄 Resiliência | 🎬😎 Entretenimento

E, de repente, 2026 se tornou o ano para “amolar o machado” profissionalmente. E uma das áreas que não podia ficar de fora é a Gestão de Crises!

A ideia é seguir a mesma linha do curioso post que fiz sobre filmes e séries: Filmes sobre Cybersecurity, Segurança da Informação & Hackers!

A proposta é simples: se divertir enquanto aprende. E, de quebra, ainda aproveitar para treinar o inglês ou o espanhol. Só fica meio estranho quando o filme é Alemão, por exemplo, e você resolve assistir com o áudio em español 😂. Mas acredite: você acaba se acostumando! Fiz isso com a excelente série Alemã Dark (2017-2020). Depois de uns dois episódios, deixa de parecer coisa de doido! 😉

Mas voltando... há uma cena no filme Evolution (2001) que chama a atenção. Diante de uma situação completamente fora do normal, o Governador Lewis (Dan Aykroyd) precisa tomar difíceis decisões. Pode parecer uma cena simples e engraçada, em um filme de comédia nonsense, mas existe uma boa lição de liderança ali. Ele deixa claro que não entende aqueles mapas e informações técnicas e, em vez de fingir que entende, faz o que se espera de quem está liderando uma crise: pede suporte a quem entende do assunto. Este não entrou na lista, como vários outros também ficaram de fora, mas fica aí a dica para aguçar sua percepção enquanto se diverte.

Chega de papo e vamos ao que interessa! Espero que gostem:

The Days (2023): Excelente! Sobre o Tsunami que resultou no acidente da Usina Nuclear de Fukushima. Legal também conhecer um pouco da cultura Japonesa e ver que já naquela época (2011) eles eram muito bons, mas não o suficiente. Uma aula!
Chernobyl (2019): Excelente! São 05 episódios que você com certeza vai maratonar. Montagem perfeita entre ação, drama e conhecimento.

Succession (2018–2023): Excelente! Só o poder importa. Complicada pra caramba. Mundo selvagem dos negócios e trairagem pra todo lado. Vale também para entender e perceber como uma rede de TV pode escolher o candidato ou ditar as regras do país.

House of Cards (2013–2018): Muito boa, mas ainda não terminei. E a saída do Kevin Spacey da série complicou a sequência.

Spotlight (2015): Bom! Vai te emocionar algumas vezes e pode até te marcar. Sobre padres e abusos sexuais.

Network (1976): Gostei, mas se perde um pouco no final. E sobre a TV... basicamente, continua atual.

Apollo 13 (1995): Bom! Os caras reproduziram, na Terra, as condições da nave para entender como resolver o problema.

The Martian (2015): Excelente! Tem umas cenas forçadas, mas é suspense/aventura das boas. E a trilha sonora 70/80's total!

Society of the Snow (2023): Muito bom! É tipo um remake do Survive! (1976), conta a incrível história da queda do avião Uruguaio na Cordilheira dos Andes. Não tem como não se impressionar ou emocionar.

Thirteen Lives (2022): Mto bom! Uma história real e incrível, de roer as unhas. Netflix.

Captain Phillips (2013): Legal, mas achei muito Hollywodiano.

Last Breath (2019): Bom! Real, impressionante e de perder o fôlego.

United 93 (2006): Legalzinho. Talvez porque não assisti na época com foco em Crise. Vale rever para reavaliar.

Sully (2016): Bom! É sobre um acidente aéreo com final feliz. Emocionante, mas porque remete ao inverso que sofreram nossas vítimas da LaMia (Chapecoense).

13 Hours - The Secret Soldiers of Benghazi (2016): Bom, mas tem que ter paciência com o embuste dos americanos e os excessos do Michael Bay.

Patriots Day (2016): Legal, e baseado no que realmente aconteceu. E a percepção do policial... incrível.

The Post (2017): Bom! Hanks e Streep... e um elenco pesado. E depois deste assista o bom "Mark Felt: The Man Who Brought Down the White House (2017)"... aí a sequência fica completa!

Margin Call (2011): Bom, mas muito técnico e voltado para o Mercado Financeiro. Elenco forte e com enredo ao gosto de Maquiavel, foi inspirado no ambiente da crise financeira de 2008, que teve no colapso do Lehman Brothers um de seus episódios mais emblemáticos.

Darkest Hour (2017): Muito bom! Se você assistiu Dunkirk (2017) vai entender melhor a dificuldade que foi aquela evacuação e sua importância na WWII. E se não assistiu... assista depois deste que será melhor. E o Gary Oldman... impecável.

Deepwater Horizon (2016): Bom! Filme em que explode tudo e ainda baseado em história real, é difícil não ser legal. Sobre o acidente da BP em 2010.

The Impossible (2012): Bom! Sobre o Tsunami na Tailândia. Baseado em história verídica, mas tem que ter paciência para a licença poética de Hollywood, claro.

Contagion (2011): Legal! Uma excelente visão do que viria a se concretizar no começo de 2020. Interessante que na época era só mesmo um filme daqueles de fim do mundo na moda, e que ninguém achava q realmente poderia acontecer.

A Hijacking (Kapringen, 2012): Excelente! Filme Dinamarquês sobre a negociação de um sequestro de navio.

Zero Day (2025): Bom! Enrola um pouco às vezes, mas é suspense que te prende.

Bombshell (2019): Bom! Uma boa pedida para o Dia da Mulher. Sem mimimi e contra tudo e todos... até contra elas mesmas, se necessário.

The 33 (2015): Muito bom! E ainda tem o Rodrigo Santoro no elenco. É sobre os mineiros soterrados no Chile!

The Wave (Bølgen, 2015): Legal. Filme Norueguês sobre tsunami gerado pelo deslizamento de uma montanha. Atual, e remete aos acontecimentos no Nepal! Aliás, o que vimos no Nepal foram cenas tão absurdas que até para o Hollywood seriam exageradas! 🙏

The Finest Hours (2016): Suspense legal e impressionante, de uma história real. Filme da Disney sobre o resgate de um navio à deriva.

Marathon - The Patriots Day Bombing (2016): Muito bom, mas prepare-se para chorar várias vezes. Documentário HBO sobre os atentados em 2013.

Mad City (1997): Legalzinho. Minha nota no IMDb foi 6.

Frost/Nixon (2008): Legalzinho. Minha nota no IMDb foi 6.

Erin Brockovich (2000): Legalzinho. Minha nota no IMDb foi 6.

Thank You for Smoking (2005): Legalzinho. Minha nota no IMDb foi 6.


Não vi ainda. Estão na fila:

Hotel Mumbai (2018)

Too Big to Fail (2011)

Wag the Dog (1997)

Shattered Glass (2003)

What is life Worth (2020)

Our Brand Is Crisis (2015)

E aí? Faltou agum na lista? Coloque nos comentários e talvez entre no post 😉

Para facilitar, segue link do IMDB, site que uso para minhas pesquisas sobre cinema, atores, etc. É só jogar o nome do filme na pesquisa e conferir a nota da Galera.

Onde assistir (Agosto26):

Netflix

  • The Days (2023)
  • House of Cards (2013–2018)
  • Apollo 13 (1995)
  • Society of the Snow (2023)
  • Zero Day (2025)
  • The Wave / Bølgen (2015)
  • Worth / What Is Life Worth (2020)
  • The Abyss / Avgrunden (2023)

HBO Max

  • Chernobyl (2019)
  • Succession (2018–2023)
  • Spotlight (2015)
  • Captain Phillips (2013) — também Prime Video / Sony One
  • Sully (2016)
  • Marathon: The Patriots Day Bombing (2016)
  • Too Big to Fail (2011)

Prime Video

  • Thirteen Lives (2022)
  • Captain Phillips (2013) — também HBO Max / Sony One
  • The Post (2017)
  • Contagion (2011)

Disney+

  • The Martian (2015)
  • Thank You for Smoking (2005)
  • The Finest Hours (2016)

Paramount+

  • 13 Hours (2016)

Filmelier+ / Lionsgate+

  • Deepwater Horizon (2016)
  • The Impossible (2012) — também Telecine
  • Bombshell (2019) — Lionsgate+

Disponíveis por assinatura

  • Network (1976)
  • Our Brand Is Crisis (2015)

Aluguel/compra digital

  • Frost/Nixon (2008) — Claro Video / Apple TV / Amazon Video
  • Erin Brockovich (2000) — Claro Video / Apple TV / Amazon Video
  • United 93 (2006) — Claro Video / Apple TV / Amazon Video
  • Patriots Day (2016) — Claro Video / Apple TV / Amazon Video
  • Darkest Hour (2017) — Claro Video / Apple TV / Amazon Video
  • Wag the Dog (1997) — Amazon Video

Indisponíveis atualmente no Brasil

  • Last Breath (2019)
  • Margin Call (2011)
  • The 33 (2015)
  • Mad City (1997)
  • Shattered Glass (2003)



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República Dominicana

E lá fomos nós!

A República Dominicana é uma ilha na região do Caribe.
A parte ocidental da ilha é ocupada pelo Haiti.

E para estas férias, escolhemos a agradável região da Cabeza de Toro

E o excelente Sunscape Coco Punta Cana!
Um resort 4 estrelas all inclusive 😍

Sempre viajamos em "carreira solo", assim, o tal do all inclusive foi algo novo pra família!


E gostamos demais! Várias opções de restaurantes...
... tanto de dia quanto para a noite!


Lanches, almoço, bebidas, por todo lado... coisa de louco! 😁


Confesso que é um clubão de alto padrão...
... mas com atividades e conforto o tempo todo!


E o passeio na praia era obrigatório

Até tiramos uns dois dias só pra praia, que também tinha todo o conforto,
Mas mesmo gostando de praia, o Resort realmente nos cativou!

Show toda noite!


Neste teve até apresentação de pintura ao vivo!


Se a Dona Maria não amar tudo isto...
... não sei o que mais poderá deixar ela feliz!

Gostamos de conhecer um pouco dos países que visitamos, mas neste caso,
... não saímos do Resort. O carro alugado foi totalmente desperdiçado! 😂

E vou confessar, senti falta de não ter visitado a Capital Santo Domingo...
... mas não nos arrependemos de ter optado por este "confinamento"...
Foi excelente! 👊

Visita obrigatória na Lojinha do Resort 😉

Provavelmente não voltaremos, já que nossa regra é não retornar a países visitados, mas...

Curiosidade:

Um dos motivos de termos escolhidos a República Dominicana como destino de férias foi um vídeo engraçadíssimo que vimos uma vez na internet... vejam aí se concordam 👇


Abraço

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